Embora se saiba, desde os tempos do antigo Egito que certos alimentos curavam a cegueira noturna, a vitamina A em si mesma só foi identificada em 1913. A sua estrutura química foi definida por Paul Karrer em 1931. O professor Karrer recebeu um Prémio Nobel pelo seu trabalho, dado que esta foi a primeira vez que era determinada a estrutura de uma vitamina.
1831 - Wackenroder isola o corante amarelo-laranja das cenouras e dá-lhe o nome de “caroteno”.
1876 - Snell consegue demonstrar que a cegueira noturna e a xeroftalmia podem ser curadas dando ao paciente óleo de fígado de bacalhau.
1880 - W. N. Lunin descobre que para além de necessitar de hidratos de carbono, gorduras e proteínas, os animais sob experiência apenas podem sobreviver se lhes forem dadas pequenas de quantidades de leite em pó.
1887 - Arnaud descreve a presença generalizada de carotenos nas plantas.
1909 - W. Stepp consegue extrair a substância lipossolúvel vital a partir do leite.
1915 - McCollum diferencia entre “lipossolúvel A” e “hidrossolúvel B”.
1929 - A atividade do betacaroteno como vitamina A é demonstrada em experiências com animais.
1931 - Paul Karrer isola retinol praticamente puro do óleo de fígado de uma espécie de sarda. Paul Karrer e R. Kuhn isolam carotenos ativos.
1946 - Isler inicia a primeira síntese industrial em larga escala da vitamina A.
1984 - Alfred Sommer demonstra na Indonésia que a deficiência em vitamina A é a maior causa de mortalidade infantil.